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A Lagoa de Marapendi tem sido usada desde o final dos anos 70 por velejadores, a
maioria deles moradores da Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e
Jacarepaguá, que descobriram que além da beleza, a Lagoa é um ótimo lugar para
se praticar o esporte da vela não precisando se deslocar para a Baia de
Guanabara nem para a Lagoa Rodrigo de Freitas.
Por não haver nenhum clube náutico na localidade, muitos desses velejadores
acabavam velejando sozinhos sem qualquer motivação que os levassem com maior
freqüência a prática do esporte.
Em meados do ano de 2002, Antônio Basilio, de tradicional família de
velejadores, após alguns anos afastado da vela, resolveu adquirir um barco da
classe Laser e retornar a velejar. De início deixou seu barco guardado na marina
do condomínio Novo Leblon, mas como
não tinha ninguém velejando por lá, acabou levando-o para o Rio Raquete Mar
(atual Fisilabor), onde conheceu: Gilberto, Luizão, Francisco Aquino, Eduardo
Aguillar, Márcio Petrucio, Cláudia, Raulino, Leonardo, Aurélio e Ruy, todos com
pouca experiência no esporte da vela, mas com muita vontade de velejar.
A partir daí, motivados pelo Basilio, os velejos deixaram de ser solitários e
passaram a ser em grupo. A motivação da galera crescia a cada novo encontro.
Regras, técnicas e táticas começaram a ser conhecidas de todos; bóias foram
montadas formando raias e pequenos “peguinhas” e regatas já estavam acontecendo.
O papo era: Qual percurso fazer? Qual bóia montar? Quem seria o juiz para dar a
largada? Quem tem preferencia ("água")? Quem tem "água" na bóia ?
Os finais de semana passaram a ser movimentados, com o local repleto de barcos e velejadores, dentro e fora da
lagoa, atraindo assim a atenção das pessoas que frequentavam a academia de
ginástica, o tênis, o squash, o quiosque e o windsurf que aos poucos foram se
juntando ao grupo como: Aluisio, Andy, Artur, Caio, Carlos Molina, Celso,
Christian, Edson, Fernando Basílio, Fernando Campos, Filipe, Filipe Rhodes,
Francisco Lopes, João Luiz, Luiz, Luiz Eduardo, Mangoni, Marcelo Paranhos,
Mônica, Pedro, Rafael, Renato, Ricardo, Ricardo Susinir e Viggo.
A partir de então, surgiu a idéia de se criar uma Flotilha de Barcos à Vela
com o intuito de ajudar a desenvolver o esporte na Lagoa de Marapendi. E
no dia 10 de Janeiro de 2003, em uma pequena reunião, onde estavam presentes
Antônio Basilio, Luiz Fernando (Luizão), Francisco Aquino, Fernando Basilio e
Aluisio foi criada a Flotilha de Barcos à Vela, onde foram
eleitos: Luizão como Capitão e Antônio Basilio como secretário, tendo
como principais metas organizar regatas mensais e integrar todos os velejadores
e seus familiares em um só grupo.
Alguns meses depois a Flotilha passou a ser chamada de Flotilha BarraVela e teve
seu logotipo desenvolvido por Cláudia Anelli.
Nos primeiros seis meses de Flotilha já tinha mais de 30 velejadores cadastrados
e mais de 20 barcos em atividade.
QUE OS VENTOS SOPREM ETERNAMENTE FAVORÁVEIS A Flotilha BarraVela
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